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Arquivo de 'Entrevistas'



Quebrando barreiras

O que acontece quando seu Capitão para de aceitar ordens? Guerra Civil, é isso o que acontece. Numa entrevista exclusiva, Chris Evans fala sobre efeitos colaterais, Tony Stark e sobre assumir os caminhos para o prórimo filme dos Vingadores, Capitão América: Guerra Civil.

Bam! Pow!

Declarado o primeiro round de dois para os fãs de super-heróis. Da DC, Batman vs. Superman: A Origem da Justiça chega aos cinemas no fim de março, e seis semanas depois, o mais recente filme da Marvel, Capitão América: Guerra Civil entrega sua história.

Dos dois, a aposta da Marvel é de veteranos. É o 13º filme dos Vingadores (se você contar O Incrível Hulk e Guardiões da Galáxia), e é o filme que nos apresenta a Fase 3 da franquia fenomenal e bem-sucedida.

A estrela Chris Evans interpreta o Capitão – o magricela e nobre soldado da Segunda Guerra Mundial que se tornou um musculoso e nobre super-herói – pela quinta vez, depois de Capitão América: O Primeiro Vingador, Capitão América: O Soldado Invernal, e dois filmes d’Os Vingadores. Mas dessa vez é diferente.

Nós finalmente prestamos atenção aos inúmeros humanos que morreram ou foram feridos desde que os Vingadores resolveram fazer o bem no nosso mundo. Há uma chamada para contê-los, e isso divide o time em duas facções, uma liderada pelo Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), que concorda que os super-heróis devem ser controlados por algo maior, e outra liderada pelo Steve Rogers/Capitão América de Evans, que não acha essa uma boa ideia.
Evans (que ainda chama Massachusetts de lar) estava no meio de um dia de folga em L.A. quando nos falamos ao telefone.

É interessante que tanto esse filme quanto Batman vs. Superman: A Origem da Justiça são sobre efeitos colaterais das ações de super-heróis causando atritos entre eles. Isso é algo planejado ou apenas uma coincidência?

“Você está certo. Eu imagino que seja uma coincidência. Eu quero dizer que se você viu a esses filmes de superherois, você sabe que há inúmeras cenas de destruição e que não leva muito para se pensar ‘Cara, o que acontece com todos esses civis quando as lutas acabam?’ Parece uma história lógica a se contar.”

As posições de Steve Rogers e Tony Stark se transformaram, com Stark aprovando a regulação dos super-heróis contra Rogers. Você consegue explicar isso?
“Realmente há uma troca de papeis, em que Steve Rogers sempre foi um homem de grupo, um soldado, alguém que aceita ordens. Nas suas últimas experiências, ele tem visto o lado ruim da conformidade e como o poder não pode ser confiável. E ele chega à conclusão de que ele está mais seguro nas próprias mãos quando se trata de fazer decisões que podem salvar ou matar pessoas.
Tony Stark, do outro lado, sempre caminhou a seu próprio modo e nunca aceitou a noção de autoridade, e isso meio que gera uma onda de culpa, onda de sentimento de responsabilidade pela destruição que ele causou à vida de diversas pessoas e sente que é hora de assumir as responsabilidades e deixar alguém assumir o controle.”

De diferentes formas, isso parece o elenco do filme dos Vingadores e ainda assim nós temos o nome do Capitão América no título. O que faz desse filme um filme do Capitão América?
“Bem, eu acho que mesmo no Soldado Inverno nós tivemos alguns personagens. Você tinha Nick Fury, Viúva Negra e o Falcão e o Soldado Invernal… Eu acho que é apenas uma forma de balancear o ponto central da história e sobre o ponto de vista de quem você acompanha a história e quais personagens carregam o arco da história.”

No passado você disse que a coisa mais difícil sobre esse personagem era seu lado altruísta e suas batalhas interiores que nunca eclodiam. Isso muda nesse filme?
“Em algum nível. Eu realmente acho que você está ciente de que há menos certeza em Steve Rogers… Quando alguém está convencido de suas crenças e seguro de suas convicções, isso pode se tornar uma cegueira. Então ou você pode mudar quais as ações ou como a forma de ver o mundo, ou como se constrói conhecimento através da experiência, eu acho isso muito dinâmico. E eu acho que esse filme é a primeira vez que você vê que Steve não tem certeza de qual é a resposta certa. No primeiro filme, os nazistas são os vilões. No primeiro filme dos Vingadores, os alienígenas são ruins. Muito fácil diferenciar. Dessa vez não é herói vs. vilão, é amigo contra amigo. São membros de uma família e realmente não há certo ou errado, é apenas uma opinião diversa e isso é bem relacionável e complexo ao meu ponto de vista.”

Steve Rogers e Tony Stark se odeiam agora, ou é apenas uma diferença de opinião?
“Oh Deus, não. Está abalada. Nós não somos loucos um pelo outro; nós estamos tentando fazer uma decisão para o bem das pessoas. Nós estamos tentando ajudar e nós temos opiniões diferentes de como fazer isso. Ninguém estão tentando destruir o outro, ninguém está tentando tirar nada de ninguém, ninguém está tentando machucar o outro. Nós tentamos ajudar, nós só temos abordagens diferentes e isso pode fazer as coisas ainda mais desafiadoras do que quando alguém realmente está tendo ser vilanesco.”

Você estudou no Instituto Lee Strasberg, que trabalha com o Método de Atuação. Você usa o Método ao interpretar o Capitão?
“Eu não era um grande fã dessa abordagem. Você sabe, você vai, você aprende, tenta, experimenta e vê o que dá certo para você. Obviamente, há diversas abordagens, tantos métodos e eu acho que atuar é uma das coisas em que é estranho ter apenas uma linguagem ou uma forma específica. Eu realmente acho que é algo que evolui. Eu acho que o que você pode fazer para atingir o interior do personagem pode ser diferente do que fazer para ir a fundo em outro personagem.”

Você dirigiu seu primeiro filme, Before We Go, há uns dois atrás e você deixou claro que quer dirigir mais. Você estudou direção na escola?

“Não, eu nunca tive aulas, isso eu aprendi na prática. É algo que eu ainda estou aprendendo. Até hoje eu fico no set, e fico perguntando às pessoas, aos diretores, produtores e cinematógrafos, ‘Agora, o que isso significa e isso, qual o objetivo?’ Você sabe, é algo que demora mais tempo para aprender do que você imagina.”

Você já está trabalhando em algum projeto?
“Eu estou procurando. Essa é a parte traiçoeira. Você faz o primeiro e molha os pés, realmente era um projeto que apenas, você sabe, não tendo nenhuma experiência como diretor foi difícil encontrar em que os produtores estavam dispostos a assumir o risco comigo. Então a primeira vez que você pula nessa, a segunda vez é sobre realmente fazer uma conexão mais profunda com o material e é um processo de preparação mais meticuloso.”

Você disse, no início, que estava relutante em assinar para Capitão América, e particularmente sobre assinar para seis filmes. Como você se sentiria se tivesse dito ‘não’?
“Oh, isso seria o maior erro da minha vida. De verdade. Sem dúvida. Teria sido realmente uma decisão trágica. Eu sou muito sortudo por ter as pessoas certas na minha vida que me pressionaram e me deram o conselho certo. Teria sido bem horrível (risos).”

Fonte.

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postado por Flávia Coelho no dia 04.04.2016

Quando Capitão América: Guerra Civil foi anunciado, eu estava preocupado que isso significaria que a história entre o Capitão e Bucky fosse esquecida. Ao invés disso, parece que essa é a âncora para Guerra Civil, e enquanto o Homem de Ferro se mantém como principal antagonista, a relação entre Capitão e Bucky não será reduzida a um prólogo. É a maior parte da história, que envolve o Capitão América e o Homem de Ferro se enfrentando sobre a regulação dos super-heróis.

No último mês de maio, um grupo de repórteres puderam visitar o set de Guerra Civil e falaram com Evans e Stan. Durante nossa conversa, eles falaram sobre o estado psicológico de Bucky e a luta com a culpa a respeito das coisas que ele fez como Soldado Invernal, colocando Steve numa nova e difícil posição, com os dois personagens lidando com o fato de serem ‘homens foras de seu tempo’, e mais. Leia a entrevista abaixo.

Chris, você fez alguma pergunta enquanto adicionavam todos esses nomes ao elenco, algo como ‘Isso ainda é um filme do Capitão América: Guerra Civil, certo?’
CHRIS EVANS: Não, eu aceito toda a ajuda que eu puder.

Estávamos falando com Markus e McFeeley mais cedo, obviamente há muitos personagens nesse filme, eles ainda exploram o personagem do Capitão?
EVANS: Você olha para o elenco e se pergunta como eles vão explorar essa história, mas eles ainda fizeram um ótimo trabalho explorando a história do Capitão. Nós deixamos muita coisa solta em O Soldado Invernal. Ainda há muitas coisas a serem resolvidas entre o Capitão e Bucky. E eu acho que o atrito entre eu e Downey, algo que mostra aonde a Marvel está indo com os próximos Vingadores, mostra que ainda há muitas linhas a serem perseguidas. Mas eu acho que o Capitão é a âncora.

Você acha que, quanto ao tom, ainda é uma sequência de Soldado Invernal?
EVANS: Completamente. Isso é dos Russos. Não importa quem está no roteiro, os Russos fizeram um ótimo trabalho. Ao invés de fazer um filme de super-heróis com alguns elementos básicos, eles fazem filmes muito bem estruturados com elementos de super-herói. Os Russos mantêm tudo muito original.

O quão central é a relação entre os dois personagens na história?
EVANS: Veja, isso é onde navegamos em águas turbulentas. É o centro. Qualquer pessoa que passe pelo que o Capitão passou, eu acho que teria muito mais… eles provavelmente entenderiam mais. O Capitão é um cara bem altruísta, ele meio que ignora tudo, o que é uma pena porque há muita coisa a ser aproveitada. Nesse filme, conseguimos explorar mais disso. De novo, eu não posso dizer muito, mas é uma grande amizade. Isso é uma grande parte da história dele, é uma grande parte da luta dele, não apenas alguém de quem você é amigo, mas pela culpa que ele sente. ‘Eu te deixei ir, me desculpe.’ Apenas o elemento da culpa. Então há muito com que brincar. Eles certamente exploram isso. Eu não vou muito nisso pra explicar o quanto isso é importante para a história.

Sebastian, os roteiristas mencionaram a jornada de Bucky como alguém que tem lutado contra 70 anos de maldade. Você pode falar um pouco sobre a jornada do personagem nesse filme e como a separação dele funciona de forma oposta ao Capitão ter passado congelado?
SEBASTIAN STAN: Eu acho que seria similar ao que o Capitão passou. Onde nós achamos o personagem é muito interessante nas cenas pós-créditos ao fim do Soldado Invernal. Então há muito do que falar nesse filme. É realmente uma grande batalha, descobrir que vida ele teria. Isso é o que eu acho que é similar a eles. Eles são homens foras de seu tempo, lutando para se adequearem a essa nova vida e como fazer isso.

Você pode falar mais sobre onde nós continuamos? Ele está meio que afundando?
EVANS: Arriscado!
STAN: Eu vou dizer isso. Independente das suas percepções da cena pós-crédito onde nós o vemos no museu e obviamente o encarando, independente de qualquer ideia que você tenha nessa cena, continue pensando nisso e vá com isso.

Onde está o Capitão nesse filme?
EVANS: Ele ainda está à procura de Bucky. Isso é o ponto desses filmes. Você faz Os Vingadores, você coloca sua história numa pausa, e depois tenta seguir em frente de onde parou. Uma grande parte disso é a busca por Bucky. Mas ao mesmo tempo, nós deixamos os Vingadores (Era de Ultron) com um novo time de Vingadores. Então eles estão tentando se adaptar aos novos membros. E eu acho que não é segredo que o acontece ao redor do mundo espera um pouco mais de responsabilidade por parte deles. Os Vingadores têm agido como uma instituição independente do controle governamental, então isso deixa as pessoas nervosas. Eu não acho que dou muitas dicas ao dizer que o governo espera um pouco de mudanças quanto a isso.
STAN: Isso é meio legal, visto que é semelhante ao que vivemos hoje. Se pensarmos sobre as coisas atuais com o governo sendo capaz de olhar dentro do seu celular, de ver o que você está escrevendo ou para quem você está ligando.
EVANS: Não olhe no meu celular. Fim de carreira.
STAN: É muito relevante. Isso é o que Russos fazem de melhor, porque esse filme será relevante para situações que vivemos hoje, que você lê nos noticiários.

É interessante, porque o Capitão, no primeiro filme, ele é um ótimo líder na Segunda Grande Guerra, ele é um ótimo símbolo dos EUA. Em Soldado Invernal, ele descobre que essa organização para a qual ele trabalha é, na verdade, corrupta, e agora nesse filme ele se encontra numa posição onde ele meio que controla a situação onde o governo meio que está tentando controlar e regula-lo. Onde ele se encontra emocionalmente nisso? É difícil para ele fazer essa transição de herói para cara em fuga?
EVANS: Sim, é difícil. Porque ultimamente ele sabe que ele tem um bom coração. O problema é que nós todos temos bons corações, e todos nós pensamos que sabemos o que é o melhor. E isso é a natureza do compromisso. É arriscado tentar entender como isso funciona. Eu acho que nos filmes passados, todos nós sabemos que os nazistas são ruins, que a Hydra também não é boa. Mas nesse, não está claro quem é o cara bonzinho e eu acho que isso é outra coisa similar às lutas que nós passamos atualmente. Há lógica nos dois lados da história e que lado você apoia? Onde está o compromisso? Qual o objetivo? Eu acho que o Capitão se debate proque toda vez que ele cai, ou ele é um soldado, ou ele está recebendo ordens e definindo a estrutura da sociedade, é meio o que o anima. E eu acho que ultimamente ele se sente mais seguro nas próprias mãos, porque ele pelo menos consegue confiar nelas. Mas de novo, isso não funciona em grande escala. Então é a primeira vez que ele realmente não sabe qual é a resposta certa.

Qual é a perspectiva do Capitão sobre o Pantera Negra como personagem e como ele se encaixa na história?
EVANS: Arriscado novamente. Pergunta difícil. Todos esses novos personagens, é difícil julgar qualquer coisa.

Como ele lida com o fato dele ser líder de Wakanda?
EVANS: Eu não sei sobre o quanto posso falar. Eu vou ter problemas. Eu não quero ter problemas. Eu não quero ser esse cara. Ele respeita qualquer um que tenha lógica. Qualquer forma de governo, eu acho que ele vai apoiar se se sustentar com um pensamento racional.

Ao fim de Ultron, o Capitão e Tony parecem ter superado as diferenças, eles parecem, pelo menos, tranquilos um com o outro. Há algum tipo de elemento explosivo que os fazem implicar um com o outro de novo?
EVANS: Essa é uma boa forma de se colocar, superando as diferenças. Nós tivemos nossas dificuldades como homens, mas eu acho que nós encontramos um ponto em comum entre eles. Não é uma luta contra o personagem, é apenas um problema com a execução. Como as coisas devem ser feitas. Eu respeito Tony como homem, e eu tenho certeza de que ele me respeita também. Nós apenas temos preocupações emocionais diferentes, eu acredito.

Como o restante dos Vingadores sentem, junto com o Tony, sobre o seu desejo de ajudar Bucky a se redimir depois de estar envolvido com a H.I.D.R.A. como essa organização maléfica?
EVANS: Oh, cara. Há uma forma de responder isso. Eu não quero ficar fazendo isso. Há uma forma de fazer isso. Eu consigo fazer isso! Não, eu não posso dizer. Isso é por processo de eliminação. Essa é difícil. Eles se simpatizam. Eles com certeza se simpatizam. O Capitão não fez nada para si mesmo nesse grupo, então eles entendem o valor do que significa encontra-lo. E especialmente após Renner sofrer uma lavagem cerebral, Scarlett ser manipulada, nós todos sabemos como é se sentir em desvantagem, então eu não acho que eles o consideram totalmente responsáveis por suas ações.

Como a dinâmica do Capitão com os novos Vingadores se diferem do grupo anterior?
EVANS: Eu não sei se é diferente. Eles ainda está tentando liderar, tentando ser um bom homem. Há muitos novatos. Pessoas tentando ficar confortáveis nas suas peles. Eu não sei, eu realmente não posso responder a isso. Isso é perigoso.

Quando nós conhecemos o Soldado Invernal, ele está acabado, está devastado. Ele entra muito em ação nesse filme?
STAN: Sim.

Em Soldado Invernal, há dicas de que Bucky pode estar envolvido com o sumiço do pai de Tony Stark, há algo que pode causar atrito entre você e Tony?
STAN: Eu acho que isso está bem claro se você lê os quadrinhos. Ele está num lugar onde não está muito estável ou num ambiente muito saudável. Então ele poderia facilmente ir em qualquer direção.

99% do tempo de tela no Soldado Invernal, Bucky está sob manipulação. Então essa é provavelmente a primeira vez que veremos seu personagem sendo ele mesmo, com seus próprios pensamentos. A abordagem do personagem é diferente? Há mais Jim Buchanan agora que ele está livre?
STAN: Eu apenas tento alinhar com os quadrinhos. Eu acho que será um misto de coisas diferentes. Ele não voltará a ser o cara que era. Não tem como isso acontecer. Ele definitivamente, provavelmente, está afetado para o resto de sua vida. É meio que um aprendizado sobre como viver com o que sobra. Aprender a lidar com essa fera dentro de você em algum ponto.

Parece que o Capitão está sozinho nesse conflito. Mesmo em Soldado Invernal, ele apenas parece confortável no conflito. Essa é a primeira vez que parece que o veremos numa situação que parece que ele não sabe resolver?
EVANS: Eu não sei necessariamente se ele gosta de estar em conflito. Eu acho que ele lida bem com isso, porque ele é altruísta. Ele se recusa a mostrar a batalha. Eu acho que isso é a primeira vez que há um conflito em que ele não sabe para onde apontar. Eu acho que ele lida bem com conflitos, porque ele sabe o que é certo e sabe qual a coisa certa a fazer. Às vezes, isso é difícil, porque pode acertar certas pessoas, e isso pode bater com as crenças do povo, mas no mínimo, ele conhece a própria mente. Eu acho que essa é uma das primeiras vezes em que ele não sabe. E eu acho que ele está sem armas e isso é horrível. Em conflito ou não, ele apenas não sabe como agir.

Nos momentos de ação em Era de Ultron, há muitos combos bons, especialmente Thor e Capitão, movimentos legais entre eles como um time. Há algo de excitante nesse filme que veremos?
EVANS: Eu acho que posso falar sobre isso. E acho que é seguro. Eu me sinto confortável com isso. Sim, quando você olha o elenco, é ótimo. Essas lutas não são chatas. Nós temos a mesma equipe de dublês de Capitão 2. Eu amei o trabalho dos dublês, mas eu tenho um ponto franco pelo Capitão 2. Algo sobre ação que eu acho ótimo. Não apenas pelo design, mas a forma como os Russos filmaram isso. Eu realmente acho. Terão várias lutas em time.

É um elenco muito grande. Há alguém em particular com quem você quer trabalhar mais, ou algum personagem que você espera interagir mais?
STAN: Visão. Eu realmente adoro o ponto fraco do Visão. Eu não o vi no set. Eu tenho de dizer, Paul Rudd foi bem difícil de trabalhar.
EVANS: Você teve problemas?
STAN: Oh, eu não sei. Ele poderia simplesmente estar andando pela mesa.
EVANS: Eu realmente gosto das minhas cenas com a Scarlett (Johansson). Algo sobre esse relacionamento, porque eu não acho que seja romântico. Eu acho que é um precisar do outro. Ela meio que tem estado sozinha por muito tempo e provavelmente evitou amizades por razões profissionais. E eu não tenho amigos, porque estava congelado. Mas eu acho que no Capitão 2 teve essa proposta sexualmente atrativa onde eles encontraram camaradagem e isso agora é meio como uma ligação de irmão e irmã. Há algumas cenas legais nesse filme.

Você acha que esse filme se encaixa na trilogia dos filmes do Capitão?
EVANS: Provavelmente não. Devido ao que acontece nos filmes dos Vingadores. Você não pode colocar um rótulo nele e simplesmente achar isso.
STAN: Eu fico tão feliz que você sabe o que está acontecendo. Talvez nós devêssemos falar mais um pouco sobre isso.

Anthony Mackie diz que ele recebeu apenas algumas páginas do roteiro quando ele estava no ultimo filme dos Vingadores. Vocês receberam o roteiro inteiro dessa vez?
EVANS: Sim! Eu não quero soar ruim. Eu acho que foi apenas o Mackie.

Com todos esses novos personagens, o Capitão está tentando criar algo maior com esses novos caras, como Homem-Formiga ou Pantera Negra ou até mesmo Bucky?
EVANS: Não, eu acho que muitas coisas acontecem, que muitos heróis surgem devido à necessidade nesse filme, o que é algo interessante para mim. Eu acho que ao contrário, o Capitão está procurando, especialmente ao fim do Capitão 2, questionando o lugar dele no mundo. Qual é o lar? Como você disse, eu não sei se é aqui onde ele quer estar. E eu acho que ele está lutando com isso, e nesse filme, as coisas acontecem e ele é forçado a deixar isso de lado e a navegar em águas desconhecidas com pessoas novas e ser o líder, queira ele ou não.

Qual seria a música favorita do Capitão do Earth, Wind and Fire?
EVANS: Essa é boa. Essa é uma pergunta do Mackie? Pergunte ao Mackie qual a música favorita dos Beatles do Falcão.

Fonte

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postado por Flávia Coelho no dia 16.03.2016

Nem todo dia é um bom dia para um ator, e isso é o que mostra Chris Evans nessa entrevista de 2011 para a Shortfilm!

Tem algo ótimo sobre um americano rabugento, o que é bom, porque Chris Evans está de mau humor.

Esse é um homem que lutou muito recentemente para conquistar o papel principal em Capitão América, o último blockbuster da Marvel. Ele interpretou o Tocha Humana em dois filmes do Quarteto Fantástico, namorava Jessica Biel e estávamos esperando alguém que amasse a vida; um homem que cumprimenta com high-five e tudo mais, que usa a palavra ‘incrível’ como verbo, adjetivo e substantivo.

Ainda assim, o próprio Capitão América, está no telefone nos dizendo que a vida fede, o tempo fede, engarrafamentos fedem, tudo fede. Parcialmente, tudo é porque ele odeia entrevistas, mas principalmente porque ele é um grande rabugento de Boston. Um inesperado grosseiro. E há algo de refrescante nisso, porque é uma mudança de toda a positividade que normalmente você tem de atores de seu calibre. Chris Evans, nós gostamos de você.

Como você está hoje?
Muito bem. Na verdade não, nem um pouco bem. Foi um dia difícil, e eu fiquei preso no trânsito, tipo, pra sempre.

Você tem alguma raiva de estrada?
Eu não estava dirigindo, o que é bom. Eu provavelmente teria ficado ainda mais irritado se estivesse no volante, mas estranhamente é mais fácil quando você é o passageiro.

Onde você está agora?
Nova York. Cidade de Nova York.

Essa é a sua casa por esses dias, ou ainda você é um garoto de Boston?

Sim, Boston. Boston sempre será minha casa. Eu, pelo menos, espero. Eu realmente não me imagino querendo viver em outro lugar.

Quanto tempo você passa em Boston?

Oh, mais do que você pensa. Sempre que eu tenho uma folga, eu volto para Boston. Eu tento ficar no mínimo cinco meses por ano. Eu tento no máximo seis, de verdade.

E o que você faz quando está em casa de folga?
Tudo que eu quiser.

Ok, então qual foi seu momento favorito de Capitão América?
No dia em que terminamos.

Foi tão ruim assim?
É que foi uma longa filmagem. Foi uma experiência esgotante. Longas horas, todo dia, fisicamente difícil, então foi legal finalmente terminar e ter um tempo livre.

Você tomou um grande porre no momento que terminou?

Sim, exatamente.

Então qual foi a maior dificuldade sobre esse filme? Por que foi tão difícil?
Apenas o fato de consumir todo o tempo. Você está trabalhando todo dia, trabalhando longas horas, não há pausas e você está longe de casa. É muito chato.

O que você faz para tentar melhorar seu humor e impedir de ficar maluco?
Eu geralmente tenho muitos amigos, de Boston, comigo. Quando eu estou pirando assim, é bom se sentir o mais normal possível, e realmente só consigo fazer isso quando meus amigos estão por perto. Então, nós apenas saímos nos breves momentos que temos, e isso manda embora parte do stress.

Você gosta de fazer as lutas?
Eu gosto de faze-las se me permitem. Se eles estão dispostos a me deixar a entrar no ring e colocar as luvas, eu farei, mas nem sempre esse é o caso. Nem sempre é sobre os atores se divertindo, é sobre fazer o filme.

Qual a luta mais assustadora que você já fez?
Humm, Deus, não sei. Eu não consigo pensar numa imediatamente. Os golpes mais assustadores não são as coisas que você pensa, como os pulos ou as explosões, tudo isso. Para fazer com que pareça que você está lutando, na maior parte do tempo, você tem de lutar, e ir contra os outros caras grandes, e sabe que vocês provavelmente vão lutar um contra o outro, isso pode ser assustador.

Então você realmente machuca as pessoas às vezes?

Isso mesmo.

E quanto aos machucados, qual o pior machucado que você já ganhou num filme?
É mais sobre a frequência. Todo dia são mais colisões e hematomas. Mas isso é o que você espera, é uma filmagem física. Fazer essas cenas de combate, o que teve muito nesse filme, você tem faze-las parecer real. Se alguém precisa me socar, eu apanharei. Eu tive alguns machucados, mas nada sério.

É verdade que você teve de fazer terapia no começo do trabalho como Capitão América?
Sim, é verdade. Você sabe, apenas para tentar… Eu sou muito ansioso às vezes, especialmente quando estou promovendo um filme como esse. Apenas a vida de fazer o que eu faço, ter uma vida pública, é um ambiente estressante. Então é bom ir e falar sobre coisas que te deixam ansioso.

Sobre o que você mais fica ansioso?
Desculpa, você pode repetir a pergunta?

O que te deixa mais ansioso?

Bem. Isso.

Oh. Desculpe-nos.
É muito difícil para mim falar sobre mim mesmo. Você se sente estranho, muito egocêntrico, muito fútil. Seu terceiro olho dispara, você tenta apenas manter uma perspectiva saudável, então você pensa ‘O que estou fazendo aqui? Estou apenas fazendo um filme, e as pessoas querem saber essas coisas de mim!’ Parece estranho tanta comoção por causa de um filme.

Você é uma pessoa privada?
Sim, muito.

E quanto aos fãs, você gosta de interagir com eles?
É legal quando você vê uma criança que foi impactada pelo que você fez… Claro. Mas eles não são todas crianças. Infelizmente, às vezes você é abordado por pessoas fingindo ser fãs, mas que são na verdade abutres tentando te fazer parecer como um idiota.

Muito do Capitão América foi filmado no Reino Unido. O que você achou do nosso país?
Foi ok, mas eu não tive muito tempo de explorar muito. Nós trabalhávamos muito, então eu realmente ia direto do set pro meu apartamento. Não havia tempo de fazer mais nada.

Qual foi sua coisa favorita sobre a Grã-Bretanha?
Não sei. É um ótimo lugar. Eu gostei do teatro.

O teatro!
Eu vi Les Misérables. Um dos meus amigos veio me visitar e ele nunca tinha visto Les Mis. É uma produção meio cliché. Todo mundo já viu Les Mis, mas meu amigo não, então eu disse que tínhamos de ir ver.

Tem alguma coisa que você odeia sobre o Reino Unido?
Seu clima podia ser melhor. Isso fede.

Você descobriu sobre o Chris Evans Britânico enquanto estava aqui?
Oh, sim. Eu fiquei sabendo desse cara. Eu não o conheci, mas sei sobre ele, ouvi algumas coisas.

Quando você ficou sabendo sobre o ‘outro’ Chris Evans?
Há uns três anos. Eu ainda não estou familiarizado com o que o outro Chris Evans faz, mas eu sei que ele é bem popular.

Nós temos um pequeno teste para você agora: o quão bem você conhece os outros super-heróis e seus aliados?

Certo.

Você é bom com essas coisas?
Eu acho que não.

Você conhece Hal Jordan?
Como eu pronuncio isso?

Hal Jordan.
Certo. Hal Jordan. Não, eu não conheço. Me desculpe.

Frank Castle?
Nem tenho ideia. Você ainda não me disse quem é Hal Jordan.

Lanterna Verde, eu acho.
E quem é Frank Castle?

Quem está fazendo isso?
Certo. Eu não sei quem ele é.

Erm… Nem eu, na verdade.

OK.

Espere, ele é O Justiceiro. Hank Pym?
Não, eu não o conheço.

Vamos seguir em frente. Eu li que você é sobrinho de um deputado. Isso é correto?
Isso é verdade.

Você tem alguma aspiração política?
Não por agora, mas nunca se sabe. Talvez no futuro.

Quais as causas que você defende?
Certamente eu sou um democrata. Sou um liberal. Eu acredito que o governo deve ajudar as pessoas que precisam. E isso é um número indefinido de causas.

Como estrela de Capitão América, nós vemos a sua versão mais fraca. Como isso foi criado?
Ah, isso foi apenas CGI. Na maior parte foram apenas computadores me encolhendo.

Foi uma opção para você fazer como Christian Bale e morrer de fome para emagrecer?
Isso realmente não teria surtido efeito. O tempo não permitia isso. A Marvel anunciou o filme bem próximo à sua data de estreia. Então não teve tempo de ter mais seis meses para perder peso. Mesmo que houvesse, eu não acho que teria funcionado. Eles me deixaram como um esqueleto. Moveram na minha mandíbula e deixaram as maçãs do rosto bem evidentes. Eles diminuíram meus ombros. Se eu tivesse perdido peso, meu esqueleto teria permanecido o mesmo. Eles só querem diminuir tudo.

Você pirou quando viu o resultado?
Claro, é insano. É incrível o que eles conseguiram fazer.

Você ao menos se parecia assim quando criança?
Claro. Até uns 16 anos.

Seu perfil está explodindo. Qual a melhor e a pior coisa sobre isso?
É ótima a sensação de que agora você pode ajudar sua família. Não há melhor sentimento no mundo do que cuidar das pessoas que você ama. Na contramão é que você perde seu anonimato. Você não consegue ter mais um estilo de vida privado e isso é difícil.

Até quando você consegue manter uma vida privada?
Depende. Se você falar com alguém como a Britney Spears, ela dirá que ela não tem mais uma vida privada. Ela não pode nem mais andar pela vizinhança. Mas há níveis, degraus e eu não acho que estou lá ainda.

Se sua vida se aproximasse da vida de Britney, você desistiria de atuar?
Ah, com certeza. Você só consegue aguentar o suficiente.

Fonte.

categorizado como: Entrevistas
postado por Flávia Coelho no dia 27.02.2016

O Dia dos Namorados chegou mais cedo esse ano, amigos. Diferente do casal que irá se pegar em frente à farmácia, você não vai querer tirar os olhos dessa novidade: o comercial sensual com Evan Rachel Wood e Chris Evans para as novas fragrâncias Gucci Guilty.

Assista o vídeo abaixo:

Leia a entrevista abaixo:
Nós conversamos com os atores e pedimos a eles para revelarem alguns fatos sobre eles mesmos relacionados ao perfume, como que cheiro os lembra de seus primeiros amores (dica: Victoria’s Secret está envolvida). Primeiro assista a esse comercial fumegante abaixo, que foi dirigido pelo famoso diretor-produtor Frank Miller (Sin City e 300). Depois abaixe sua tela e leia mais sobre os bons tempos com esses dois.

Lipstick: Nós fazemos ‘sim e não’ por aqui, então a primeira pergunta é: usar perfume para ir para a cama, sim ou não?
Evan Rachel Wood: Eu acho que é ‘sim’! Eu geralmente uso, e também borrifo por todo o meu quarto. Especialmente porque cheiros são tão ligados à memória. Se alguém visitar seu quarto, depois tudo que eles sentirem será você, e eles sempre se lembrarão de você quando eles sentirem o cheiro novamente. É uma boa forma de marcar na memória.

Lipstick: Qual sua lembrança favorita das filmagens?
Chris Evans: Trabalhar com a Evan. Foi a primeira vez que a conheci, e nós demos certo logo de cara. Nós somos pessoas bem parecidas. Nós filmamos na Itália e simplesmente demos certo.
ERW: Tudo foi divertido. Mas um dos meus momentos favoritos foi depois que terminamos. Chris estourou uma garrafa de champagne na cara do diretor. Todo mundo estava rindo…

Lipstick: A química entre vocês na tela é muito quente. O que vocês fizeram para ser tão elétrico?
CE: Bem, infelizmente essas filmagens conseguem ser mais técnicas do que se imagina. Não é como filmar um filme em que você se aprofunda no personagem. Às vezes, você está apenas querendo parecer bem e isso requere movimentos específicos e luz específica e você acaba se sentindo um pouco mais estranho do que geralmente se sentiria fazendo um filme, mas Evan é tão legal, nós apenas nos divertimos.
ERW: Você não pensaria nisso, mas nós brincamos muito de hip-hop e Motown. Quando nós ficamos bem íntimos, algo aconteceu que tirou toda a pressão. Eu geralmente tento quebrar o gelo colocando a música ‘Let’s Get It On’ de Marvin Gaye. Te faz se sentir mais confortável. Nós estávamos fazendo um projeto e nós estamos interpretando esses personagens, e nós também estávamos nos divertindo e sem nervosismo. Mas de novo, Chris é tão legal e divertido e um dos meus amigos, então foi bem confortável. Isso é realmente o que você quer, um bom parceiro.

Lipstick: A campanha é sobre sedução, o que você acha que é a qualidade mais sedutora que uma pessoa pode ter?
CE:
Confiança, mas se isso se torna arrogância, é meio que desanimador. É uma linha muito tênue. Eu gosto muito de modéstia. Se você consegue usar um rabo de cavalo e moletom sem se importar, isso é um dos meus looks favoritos.
ERW: Confiança é sempre a coisa mais sexy. E mistério. Eu acho que as pessoas se atraem mais por alguém que consegue ser ela mesma e que sabe o que quer e não precisa de ninguém para completa-la. Isso é o que mais me atrai.

Lipstick: Que look você prefere quando quer se sentir confiante e sexy?
ERW: Isso é engraçado, eu acho que muitas mulheres concordariam que isso muda da forma como você se sente. Mas agora, é meio que menos é mais. Eu me sinto melhor quando eu deixo de me importar e fico confortável e mais natural. Isso me faz me sentir livre e mais confiante. Eu sou um moleque, eu gosto de ficar confortável. Eu gosto de bonés de baseball e jeans soltos e botas, um estilo mais largado.

Lipstick: Você levou um tempo para chegar a essa ideia de que você se sente bonita quando está ao natural? Ou você encontrou essa força cedo?
ERW: Eu acho que eu descobri isso cedo, e depois eu passei por uma fase divertida onde eu estava tentando descobrir que meu era e diferentes lados de mim. Eu acho que, como a maioria das mulheres, eu tentei ir num certo estilo de beleza em que eu não me encaixava e eu tentei me agradar e dizer a mim mesma para ser o que me diziam que era bonito, e depois eu percebi que você está no controle do que você acha que é bonito. Você não tem de ser encaixar num determinado modelo. Você se encaixa num modelo em que se sente confortável e você vai atrair pessoas que pensam o mesmo. Eu levei um tempo para perceber isso, mas havia muitos ideais. Você tem de descobrir o que é melhor para você e deixar isso irradiar. Eu acho que parte disso é deixar pra lá e ser corajosa o suficiente e não ter medo de cometer erros e isso te levará até lá. Querido Deus, eu já fiz tantas coisas malucas com meu cabelo e com minhas roupas e maquiagem e quando eu olho pra trás é meio que ‘que merda eu fiz?’. Você não pode ter medo de cometer erros, você tem de se arriscar. Nós todos temos momentos em que olhamos para trás e que não queríamos ter registrado, mas não estamos sozinhos.

Lipstick: Como essa nova fragrância te faz sentir ao usa-la?
ERW: Autêntica e livre. A mulher Gucci Guilty gosta de viver o momento.Ela é uma mulher moderna, alguém que realmente tem controle de si mesma e da sua sensualidade. É uma fragrância empoderadora e sensual.

Lipstick: Se você conseguisse descrever o cheiro através do cabelo, maquiagem e roupas, como ele seria?
ERW: Sempre me lembra de um couro bonito. Couro preto principalmente. É macio, liso, clássico, mas há um limite.É como esse linda, independente e forte mulher, mas ela tem isso, um ar de mistério. Quanto à maquiagem, eu sempre penso como um visual limpo com um olho esfumaçado. Um pequeno detalhe para te diferenciar dos demais.

Lipstick: Onde você aplica perfume?
CE: Eu sou um cara que borrifa no ar e entra, porque quando eu aplico muito na pele eu corro o risco de aplicar muito e sua mão fica horrível.

Lipstick: Que cheiro te lembra do seu primeiro amor?
CE: Grama cortada. Eu estava provavelmente na 6ª, 7ª série, e eu não tenho certeza se nós usávamos perfume naquela época. Mas grama cortada sempre me lembra de ser jovem. Eu passei muito tempo ao ar livre, então me leva de volta ao tipo de lugar de Wonder Years de Winnie Cooper e essa garota de quem eu gostava. Me lembra de amor de verão.
ERW: Pepino e Melão da Bath & Body Works ou Morango e Champagne da Victoria’s Secret. Eu costumava passar as fragrâncias de teste da Victoria’s Secret, porque eu tinha muita vergonha de comprar qualquer coisa. Se eu gostasse de uma pessoa e eu ficasse com vergonha para pedir perfume porque eu achava que isso daria alguma coisa, eu ia ao shopping e passava o negócio e ia embora. Se minha paixonite gostasse do cheiro, então eu teria de ir lá e comprar. É uma coisa muito poderosa. Te mantém conectado a uma pessoa quando você está longe dela.

Lipstick: Com 14 de fevereiro já na esquina, nós temos de perguntar, qual seria seu dia dos namorados perfeito?
CE: Depende de com qual garota estou e do que ela gosta, porque se ela está feliz, eu estou feliz. Mas eu acho que ficar no sofá e um bom filme são obrigatórios. Lendas da Paixão é muito romântico. Tem de tudo: é um filme sobre família, sobre guerra e com certeza é um filme sobre amor. É um dos melhores. Vá vê-lo, eu garanto que você não se arrependerá.
ERW: Provavelmente, e isso é o ideal… Eu gosto de surpresas na manhã para cada um na cama, então quando você acorda já tem algo imediato. É como uma preparação. Depois eu acho legal ficar na cama toda a manhã. É simples. Eu sou louca numa vista. Leve-me para um lugar alto onde eu possa ver a paisagem ou as estrelas ou toda a cidade, e eu estou disponível, eu estou jogada nos seus braços. Depois eu acho que uma noite romântica, se vestir um pouco melhor, mas não se mate forçando o romance. Um pouco de mudanças sutis fará o dia mais especial do que grandes coisas. Eu gosto de pequenas surpresas pelo dia. É isso!

PS: As imagens do comercial não são novas, mas a entrevista sim!

Tradução: Tássia Cintra.
Créditos: Chris Evans Brasil.

categorizado como: Entrevistas
postado por Flávia Coelho no dia 30.01.2016

*Essa entrevista está disponível no site da Entertainment Weekly, que nos foi enviada pela equipe de assessoria deles para divulgação, você pode ver o original aqui.

A equipe chamou sua cena de “Splash Page”. Esse é o termo das histórias em quadrinhos para uma ilustração de página inteira que ou abre a história ou marca seu clímax.

Para Capitão América: Guerra Civil, esse foi o momento em que eles filmaram um momento épico entre dois times de heróis: as forças do super soldado vermelho, branco e azul de Chris Evans dum lado batendo contra os guerreiros aliados ao Homem de Ferro de Robert Downey Jr. do outro.

Os quadrinhos da Marvel da série 2006-7 que inspiraram o filme, que estreia dia 6 de maio, exploram as mesmas questões sobre liberdade versus segurança. Nos quadrinhos de Mark Millar, herói se volta contra herói como uma forma de resistência ao controle do governo de suas identidades e habilidades enquanto os outros acreditam na conformidade e regulação para alcançar um bem maior. Capitão América se mantém pela independência do controle governamental, enquanto o Homem de Ferro trabalha para legislar e reforçar a responsabilidade sobre aqueles com ‘habilidades especiais’.

“Na maioria dos filmes, não há dúvida sobre de que lado ficar”, Evans disse durante os intervalos. “Nós todos concordamos que os nazistas são ruins, alienígenas são ruins. Mas nesse filme é a primeira vez onde nós temos dois pontos de vista. Não há resposta certa ou errada e é apenas uma questão de quem somos como homens: Tony Stark e eu mesmo. De que lado ficar? Então é difícil para o Capitão. Se torna uma questão de moral e eu não sei se ele alguma vez esteve tão incerto quando ao que é certo e errado.”

Nesse filme, os novos Vingadores – a assembleia vista ao final de Era de Ultron – ganham um velho inimigo: Crossbones de Frank Grillo, visto pela última vez quando um edifício caiu sobre ele no filme de 2013 Capitão América: O Soldado Invernal. Mas essa tomada dá errado. Um monte de pessoas morre. Um monte de pessoas inocentes.

Depois de todo o caos e catástrofes vistas no último filme, o mundo finalmente teve o bastante. Oficiais do governo ao redor do mundo se reúnem para gerar um acordo que poderia reprimir aquelas com habilidades super-humanas. Um homem que ajuda a elaborar a nova lei é um jovem líder chamado T’Challa (Chadwick Boseman) da nação fictícia de Wakanda, que tem uma identidade secreta – o aguardado Pantera Negra.

Mas o Capitão já viu muitas autoridades corruptas na sua (não natural) longa vida. Ele não está mais obedecendo regras.

Nessa manhã quente de julho em Fayetteville, Georgia, Evans está suando através do seu uniforme enquanto ele filma a Splash Page – o ápice do conflito.

Ele está em pé numa extensão do asfalto com duas lonas verdes que permitirão a equipe dos efeitos especiais transformar esse estacionamento nos Estúdios Pinewood em uma pista do Aeroporto Internacional de Leipzig/ Halle.
O Soldado Invernal de Sebastian Stan, o grande amigo perdido de Steve Rogers e principal vilão no último filme do Capitão, está se mantendo à sua esquerda.

“Se o Bucky não tivesse sofrido uma lavagem cerebral, ele estaria fazendo a mesma coisa do Capitão, aceitando ordens da S.H.I.E.L.D. e lutando pelo país e percebendo que a S.H.I.E.L.D. é corrupta”, disse Evans. “Mas Bucky está numa situação diferente. Ele obviamente não poderia fazer essas escolhas. Isso é – não quero dar muitas dicas sobre o que pode acontecer, mas Bucky é uma grande peça nesse quebra-cabeça e porque dá algo ao Steve, algo além de Peggy, mas Peggy está bem com a vida dela.”

Essa seria Peggy Carter, conhecida como Agente Carter para os fãs da série televisiva da ABC, que retrata a vida da personagem de Hayley Atwell como uma agente secreta nos Estados Unidos pós-Segunda Guerra Mundial. Em Soldado Invernal, Rogers visita sua antiga paixão, que está num ponto frágil, uma mulher já idosa lidando com a demência ao fim de uma longa e querida vida. Longe de Peggy, Rogers tem apenas mais uma conexão com seu antigo eu.

“Ninguém nesse planeta o conhecia de antes. Não sobrou ninguém”, Evans disse. “Ele não tem nenhum pouco de paz na sua juventude. Ele não tem nenhuma paz da sua vida, então Bucky e tudo que acontece com ele nesse filme…” Evans para. “Isso é uma grande coisa pra ele em termos dele encontrar seu propósito, pelo que lutar e como a amizade pode trazê-lo de volta à vida. Não apenas como soldados, mas como amigos.”

Há outros herois familiares junto com o Capitão e Bucky (grande alerta de spoiler): Falcão de Anthony Mackie, Homem-Formiga de Paul Rudd (apesar de que hoje é um dublê com a máscara), Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen e o Gavião Arqueiro de Jeremy Renner.

Liderando o lado oposto está… ninguém. Homem de Ferro e Máquina de Geurra de Don Cheadle estarão voando em direção a eles, então serão adicionados digitalmente depois. Mas um time tão impressionável está ao seu lado, preparando para enfrentar o Capitão e companhia: Viúva Negra de Scarlett Johansson e Pantera Negra (também um dublê) entre eles.
Os diretores Joe e Anthony Russo gritam ação – e isso é o que não foi divulgado. Os bons garotos cobram entre si numa batalha selvagem.

“A história é sobre família. E sobre o que acontece quando nem todos concordam”, disse Joe Russo, que dirigiu o filme anterior do Capitão, Soldado Invernal, com seu irmão. “Nós temos comparado a briga a um casamento. O que acontece quando seu primo e seu irmão vão ao casamento, e de que lado você fica, e onde partir dali?”

“Como você segue em frente a partir do momento em que as pessoas que se amavam e estavam do mesmo lado, agora se odeiam e estão tentando machucar um ao outro?”, Anthony Russo adiciona. “O Capitão é muito forte, pé no chão, centrado moralmente, um personagem ético. Você pode bater nele muito forte como um heroi, tentar derrubar aquela força – tanto moralmente quanto fisicamente.”

O Homem de Ferro definitivamente tenta fazer isso.

Enquanto a Viúva Negra dá uma surra no Homem-Formiga, no Gavião Arqueiro e na Feiticeira Escarlate pelo céu – ele com seu confiável arco e flecha, ela com sua energia vermelha mística. Eles estão tentando derrubar algumas ameaças invisíveis que caem do céu. (É dificil contar que efeitos visuais eles estão imaginando). Definitivamente não é o Homem de Ferro. Ele voa baixo e tem outro alvo: Capitão América. Evans levanta seu escudo, faz um corte pelo ar, e é atingido por algo invisível que quase o derruba na vida real. O câmera principal está num suporte, e é movido para cima e baixo na cena da luta – seguindo os movimentos do Homem de Ferro – até que ele está de frente a Evans. O ator tem de desviar no último segundo para evitar ser atingido. Depois de mais algumas tomadas, Evans aparece para verificar as cenas, rindo do fato que todas terminam com um close-up na sua cara de pânico para a câmera. “Eu não consigo continuar dando socos quando está tão perto”, ele diz. Os Russos surgem com uma solução: Ir em frente e voltar. A filmagem termina com o Homem de Ferro derrubando o Capitão América no chão. Mas ele não vai ficar ali.

Tradução: Tássia Cintra.
Créditos: Chris Evans Brasil.

categorizado como: Entrevistas
postado por Flávia Coelho no dia 24.12.2015
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